Confira a entrevista realizada com Dudu Nicácio, vocalista e letrista do Dois do Samba.
Como você definiria o som feito pelo Dois do Samba?
Música genuinamente popular brasileira: SAMBA!
Quais as principais diferenças entre este novo CD e seus trabalhos anteriores?
O meu primeiro trabalho, feito em parceria com a cantora Leopoldina, tem influência preponderante do que se habitou a chamar de "música mineira". Um som quase barroco. Com poesias, melodias e harmonias bem sofisticadas. Um trabalho mais intimista.
Já o último trabalho do Rodrigo - LRduo (feito em parceria com o legendário baterista da Black Rio Luis Carlos Batera) - é um disco de piano e bateria, bastante experimental e ousado, mas com todo o suingue também presente no disco "Dois do Samba".
Com você em BH e o Rodrigo no Rio de Janeiro, como se dá o processo de composição e gravação?
Como sempre aconteceu: eu escrevendo de cá e ele musicando de lá, ou quando vem cá.
Este CD que será lançado no Stereoteca conta com participações especiais? Quem são essas pessoas e como elas foram escolhidas?
Todos os músicos que tocaram no disco são participações especiais, que generosamente emprestaram um pouquinho do seu talento para o nosso trabalho. Destaque para:
O cavaquinho "nervoso" do Warley Henrique, o sete cordas bem criativo do Edu Krieger, do bandolim inquieto do Henry Lentino (Tira Poeira), o coro vivido das Meninas de Sinhá e da Dona Sú do Jongo da Serrinha, do talento e companheirismo do Tiago Mocotó e da sintonia do Casuarina.
Após o lançamento no Stereoteca, quais os próximos planos do Dois do Samba?
Fazer o disco circular. Já estamos com alguns shows fechados no Rio e outros aqui em BH. A idéia é botar o som na praça. Com certeza ele será bem recebido!
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